Intoxicação alimentar

Silvia Alvarenga

  • 5
  • Mai
  • 2011

Intoxicação alimentar

  • 5
  • Mai
  • 2011

Basta ingerir alimentos contaminados por bactérias patogênicas, toxinas ou vírus que a infecção aparece.

Portanto, fique de olho nos micro-organismos perigosos, como salmonelas, clostrídios e os estafilococos.

É possível evitar
– Lave sempre as mãos ao manipular os alimentos.

– Lave bem os alimentos crus, como frutas e verduras, e cozinhe bem as carnes (sobretudo as aves). Lembre-se sempre de descongelá-las com bastante antecedência antes de levar ao forno.

– Quando não forem cozidos, evite ingerir alimentos enlatados cujas latas estejam “estufadas”, amassadas ou com leves ferrugens.

– Evite esquentar várias vezes a mesma comida, e quando o fizer, que seja sempre em temperaturas altas.

Assim, evita-se que o alimento vire um meio de cultura de bactérias, ou seja, que elas possam se reproduzir.

Os primeiros sinais:
Náuseas, vômitos e cólicas abdominais são os sintomas clássicos.

E em alguns casos, podem ocorrer febre, diarreia, cansaço, mucosas, ressecadas e olhos fundos. Em situações mais intensas ocorre também a desidratação.

Na hora de emergência:
A posologia de medicação para náuseas e vômitos dece ser dada pelo médico.

Quando a intoxicação alimentar acontece em idosos e crianças. E caso o quadro seja muito intenso, leve a pessoa imediatamente ao pronto-socorro para melhor avaliação e hidratação endovenosa, se necessário. Nos adultos, os prejuízos tendem a ser autolimitados e os sintomas desaparecem em dois dias.
Não use os medicamentos que possam causar prisão de ventre

O que fazer?

– Antes de levar a pessoa ao hospital, é preciso hidratá-la com a ingestão de líquidos.

– Sucos de frutas podem ser facilitadores para a hidratação. Abuse de goiabas e maçãs.

– Evite refrigerantes, pois a substância contém muito açúcar e necessita de mais água para ser digerida.

Alimentos que ajudam a diminuir a diarreia, a exemplo dos chás e das sopas, podem ser consumidos livremente.

Tome o soro caseiro, mas no máximo 1 litro por dia.
Fonte: Revista VivaSaúde

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