28º Dia | Ser O Testemunho

Viviane Freitas

  • 8
  • Fev
  • 2017

28º Dia | Ser O Testemunho

  • 8
  • Fev
  • 2017

8 de Fevereiro | Quarta | João 12.27-30

Agora a minha alma está perturbada; e que direi eu? Pai, salva-me desta hora; mas para isto vim a esta hora. Pai, glorifica o teu nome. Então veio uma voz do céu que dizia: Já o tenho glorificado, e outra vez o glorificarei.
Ora, a multidão que ali estava, e que a ouvira, dizia que havia sido um trovão. Outros diziam: Um anjo lhe falou.
Respondeu Jesus, e disse: Não veio esta voz por amor de mim, mas por amor de vós.

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Olá a todos os internautas. É um prazer estarmos juntos todos os dias, de segunda a sexta-feira.

E hoje vamos ficar a saber algo muito interessante, que gostaria que você prestasse bastante atenção: Vamos falar acerca da oração inteligente.

“Agora a minha alma está perturbada; e que direi eu? Pai, salva-me desta hora; mas para isto vim a esta hora. Pai, glorifica o teu nome. Então veio uma voz do céu que dizia: Já o tenho glorificado, e outra vez o glorificarei.
Ora, a multidão que ali estava, e que a ouvira, dizia que havia sido um trovão. Outros diziam: Um anjo lhe falou.
Respondeu Jesus, e disse: Não veio esta voz por amor de mim, mas por amor de vós.”

Aqui o Senhor Jesus está aflito. E quando nós estamos aflitos, vivenciando um problema, no momento em que oramos, devemos reparar como o fazemos. Porquê? Porque a nossa oração dirá se o estamos fazendo de forma emotiva ou inteligente.
E perguntará: “A oração não é o que esta dentro de nós?!” Sim! Mas muitas vezes a pessoa fala apenas acerca dos seus sentimentos, mas não expõe aquilo que crê.

Quando vive um problema, normalmente o que acontece? Você sente! Fica preocupada, pensando no problema… fica atordoada. E mesmo quando termina a oração, você continua aflita. Em outras palavras, você usou uma fé emotiva e não uma fé inteligente.

Quando o Senhor Jesus disse: “Agora a minha alma está perturbada; e que direi eu? Pai, salva-me desta hora…”, a vontade de Jesus era que Deus O livrasse, mas em seguida disse: “…mas para isto vim a esta hora.” Ou seja, Ele veio para esse objetivo!

E você e eu, quando estamos gemendo, sofrendo, e fazemos a nossa oração, não há problema algum em expressarmos aquilo que sentimos, mas sempre temos que olhar para aquilo que cremos!

“Pai, glorifica o teu nome.”

Mesmo com a alma aflita, o Senhor Jesus olhou para o Seu objetivo.

E o seu objetivo deve igualmente ser para servir a Deus, e não simplesmente para resolver um problema. Porque se olhar para o problema, vai ficar a senti-lo continuamente. Mas quando olha para as promessas de Deus ou para aquilo que você tem que fazer, tem um objetivo: Assume aquilo que deve crer e o que deve tirar de dentro de si, expondo-o para Deus.

Por exemplo, um dia eu estava muito aflita. Estávamos em plena campanha de Israel, falando sobre a revolta, e eu não estava conseguindo resolver aquela minha aflição.
E o motivo da mesma era porque me sentia tão “pequenina” diante da responsabilidade que Deus me tinha concedido; quando olhava para mim, via que não tinha condição nenhuma, e com isto, estava sem qualquer expressão… enfim, estava a ser uma pessoa ausente da fé. Mas eu lembro-me que fui para casa e disse a Deus, chorando: “Deus, eu estou chorando sim, mas não é para o Senhor ter pena de mim. Eu estou chorando porque está doendo, e o que estou sentindo atualmente não é do Teu Espírito. Quando eu recebi o Teu Espírito eu recebi poder, mas eu sinto-me fragilizada, impotente, inferior para esta responsabilidade, para a qual me vejo sem condições nenhumas.
Simplesmente vou colocar esta situação diante do Senhor e não sei o que o Senhor vai fazer, mas eu creio! Eu sei quem é o Senhor, e sei que o Senhor não é este espírito de fraqueza, de dúvida, de medo, de insegurança, de impotência… o Senhor não é isso!”

Quando eu conversava com Deus, eu estava falando acerca daquilo que eu cria! Expunha o que estava dentro de mim, mas olhando para o que cria, e não para o que estava vivenciando. As minhas palavras eram definidas, porque focava o objetivo onde pretendia chegar.

E assim também eu vejo o Senhor Jesus: Ele não queria viver em função do que estava sentindo ou vivenciando naquele momento, mas sim glorificar o nome do Pai: “Não é aquilo que estou sentindo ou vivenciando, que agonia a minha alma, que vai liderar a minha vida. Não! Eu quero ser um instrumento para glorificar o Teu nome!”

“Já o tenho glorificado, e outra vez o glorificarei.”

Deus responde quando eu faço a minha oração crendo naquilo que aconteceu por intermédio da fé na minha vida, através das Suas promessas. Ele não fala comigo quando eu estou emotiva, só falando do problema; Ele não fala quando eu não expresso aquilo que eu creio, o que tenho de alcançar e como devo obedecer ou cumprir, de acordo com a minha parte.

“Ora, a multidão que ali estava, e que a ouvira, dizia que havia sido um trovão.”

Há duas maneiras de Deus falar: No meu íntimo, baixinho, ou da mesma forma que Ele falou com Moisés, no Monte Sinai, quando o povo estava em baixo, aguardando.
No momento em que Deus falava com Moisés havia trovões, de tal forma que o povo temia aquela Voz. Porquê?

Porque a voz de Deus é disciplina.

Quando você tem uma voz de disciplina na sua vida, esta é como uma trovoada. É forte! Faz a diferença e chama a sua atenção. Assim como a voz de Deus.
Lendo em Apocalipse, você repara que do trono de Deus saem relâmpagos.

Deus não é velhinho, com a voz “rouquinha”, falando apenas no amor. Ele fala ao nosso íntimo, mas também nos “sacode”!

Há momentos em que Ele fala bem baixinho, onde temos de inclinar os ouvidos para perceber, mas há outros momentos em que Ele fala forte.
E quando Ele fala forte ou a pessoa aceita ou não. A que não aceita, inventa, vê como malícia o cuidado de Deus ou assume como algo severo; vê um Deus “mau”! Não vê Deus como Pai, que disciplina aqueles que O amam.

Amiga internauta, quando Deus fala forte, não é motivo para você ficar triste e nem para se esquivar do plano de Deus. A opção é sua: Ouvir ou não ouvir.

Aquelas pessoas que estavam no pé do Monte, olharam para Deus como um senhor severo e com medo, porque não creram, não honraram a Sua voz ou se submeteram.
E a prova disso apareceu… Muitos deles, depois, foram destruídos.

E é o que acontece… Por vezes a pessoa não aceita a correção de Deus e ela mesma é “engolida pela terra”.

Um grande abraço para vocês. Até amanhã!

Série: Ser o Testemunho

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39 Comments

  1. Olá dna Viviane!
    A palavra de hoje me abençoou muitíssimo! Muito forte!
    Glorificar a Deus e olhar para o que creio.
    Que Deus lhe abençoe mais e mais.
    Abraço!

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