Saúde: “Desculpe, mas é melhor você ir à loja das gordinhas, aqui não tem o seu tamanho…”
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Kátia Cardoso

  • 1
  • Out
  • 2014

Saúde : “Desculpe, mas é melhor você ir à loja das gordinhas, aqui não tem o seu tamanho…”

  • 1
  • Out
  • 2014

Parece brincadeira, mas não é! Confira só a história da Cláudia Brito:

“Na minha adolescência nunca tive problema de obesidade, mas tudo mudou quando, aos 17 anos de idade, me casei, e tudo aconteceu muito rápido… Um ano após me ter casado, engravidei da minha primeira filha e logo em seguida da segunda.

Nunca me preocupei com o que eu podia, ou não, comer. Sempre gostei de comer de tudo.

O tempo passou e, com 27 anos de idade, aconteceu algo que me chocou: Ao entrar em uma loja de roupas, fiquei “super” feliz em experimentar um par de calças. Mas logo a vendedora “delicadamente” me disse que não tinha o meu tamanho, e que seria melhor procurar na loja de “gordinhas”.

O meu esposo estava à minha espera do lado de fora da loja, e notou que algo tinha acontecido. O meu semblante entregou-me, pois sai dali com muita raiva. A minha reação imediata foi dizer ao meu marido: “Amor, vou fazer uma dieta, pois estou gorda!” O meu esposo apenas riu. Quando ele se riu, o seu riso serviu-me como um incentivo, e tomei uma decisão do tipo “tudo ou nada!” Estava realmente decidida.

Naquela época procurei ler revistas de boa forma, e vi que eu tinha que fazer algo “radical” contra a minha vontade.

Procurei ver o que me estava a prejudicar e fiz a minha lista: Separei 5 coisas que eu gostava muito de comer e decidi não comê-las até ver um bom resultado.

Estão curiosas, não é? Ok, aqui vão as 5 coisas que eliminei:

– Arroz branco
– Pão branco
– Açúcar
– Refrigerantes em geral
– Carne vermelha

Na época eu realmente radicalizei, porém, hoje eu como, às vezes, carne vermelha, pois é importante.

Iniciei a minha dieta com muita água e exercícios de caminhada. Levava as minhas filhas para a escola de carro e deixava o carro na escola, voltava para casa a pé e voltava a pé para buscá-las. Subia as escadas do prédio e fazia abdominais. Eu estava totalmente focada em obter um bom resultado.

A cada dia eu ficava mais animada, tinha mais prazer em fazer as coisas de casa, de cuidar mais do meu esposo e das minhas filhas. A minha auto estima ficou em alta e isso era visível. O meu corpo estava a mudar, sentia-me mais leve e com mais disposição.

Depois de um ano de renúncia, sacrifício e determinação, de 83 quilos passei para 65! Isso mesmo. A vontade de me cuidar cresceu e pude realizar esse sonho, sem remédios, sem médico, somente com a determinação inteligente. Porquê? Porque hoje estou a chegar aos 48 anos de idade e a minha alegria ainda me acompanha. Aprendi a educar-me, a valorizar-me e a amar-me. O meu esposo admira-me, e sei que tenho, hoje, sido um referencial para muitas jovens e mulheres que querem uma vida de qualidade.”

Meninas, estão a ver como é possível?! Hoje nós ainda podemos recorrer a um nutricionista (que sou super a favor), ou personal trainer (exercício faz muito bem!), mas o que vai realmente fazê-la chegar à sua meta, é a sua força interior, a sua determinação, foco, disciplina, negando a sua vontade. O lado de fora será uma consequência do que está a acontecer dentro.

Use este espaço para deixar os seus comentários (que por sinal, amo ler cada um J) de vitórias ou até mesmo das lutas que estão a passar neste aspeto. Queridas, nós não somos as únicas nesta batalha, existem milhares de pessoas a lutar por uma mudança definitiva na sua saúde e bem estar.

*As informações oferecidas neste blog não são individualizadas, portanto não substituem o acompanhamento de médicos, nutricionistas, psicólogos e profissionais de educação física. Sempre consulte o seu médico sobre qualquer assunto relativo à sua saúde e aos seus tratamentos.

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75 Comments

  1. olá dona… estou nessa guerra mais estou um pouco desanimada pois um dia começo a fazer vem aquela força de vontade… e no outro começo a comer tudo de novo… ai me desanimo…. quero muito emgreçer e isso so acorreu depois de uma desilusão amorosa.

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  2. muitos se achão no direito de julgar sem nem conhecer a pessoa . o fato de umas mulheres serem mais fortes não nos da o direito de apontar o dedo pois quem somos nos.

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